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17 novembro 2016

10 JOGOS QUE MARCARAM A MINHA INFÂNCIA #1

Olá galera que acompanha o nosso blog.

Estou fazendo esse post em parceria com o blog QueriaSer Nerd para tratar desse assunto que é uma particularidade minha, porém, não sou o único blogueiro que gosta de falar de particularidades e passados.

Para ver o post no blog Queria Ser Nerd >>> Clique Aqui <<<
Então vamos lá.


1 – KARATEKA

Jogo muito chato... Putz grila. O cara é escroto, os golpes são toscos, o jogo é lento e sem falar que toda vez que eu passava de fase, aumentava os oponentes e a princesa ficava mais longe. Nunca zerei L. Porém a vantagem desse jogo era a seguinte: Quando meu pai falava pra eu jogar com o meu primo, eu colocava no Karateka e dizia que o meu primo era o ‘outro personagem’, no caso, o bot. Kkkk Malandragem com o primo mais novo, quem nunca!? Kkk Comenta aí.


2 – YIE AIR KUNG FU

Manow, kkk Eu ria demais daquele naniquinho, o Lee, que fazia um som muito engraçado quando dava porrada, de calça rosa, golpes simples kkk e enfrentando todos aqueles caras fodas. Era um joguinho muito simples, mas que eu curtia pra caramba. Acho que o que me marcou nele foi a musiquinha ‘xing ling’ do início. Sei que tem muito viciado que vai lembrar desse jogo. Era um sucesso no meu tempo (Anos 90). Nunca zerei L


3 – EXCITE BIKE

Eu não sei o que significa bike em inglês, pois eu sempre pensei que era bicicleta, mas no jogo era uma moto que saltava umas rampas muito loucas, O carinha parecia o Kick Buttowsk, e ele capotava bonito e escorregava para a lateral da pista (muito interessante), tinha umas lamas na pistas que fazia escorregar e umas partes de areia. O barato do jogo é que você podia fazer as suas próprias pistas. E nesse caso eu era o funcionário número 1 do dinavision pra construir pistas B|.


4 – BATTLE CITY

Imagina aquela imagem aérea de uma cidade em guerra, tanques para todos os lados que apareciam na cena como se fossem teletransportados pelos alienígenas ou uma tecnologia americana que não conhecemos ainda, agora transforma tudo em lego. Esse era o Battle City. Nesse jogo manow, você começava com uma bosta de um tanquinho de lavar roupa, ia pegando umas estrelas e seu tanque evoluia igual digimon. Aí começava a coisa louca. Apareciam tanques monstros que precisavam de três tiros pra destruir, tanques que pareciam um ratinho com gasolina de fórmula 1, e a saudosa águia americana para ser protegida por nós. Esse jogo me marca pelo tempo que eu passava junto com meu pai.


5 – TETRIS

Encaixar peças parecia coisa infantil demais, mas foda-se, eu era criança kkkk E o legal não era saber apenas encaixar as peças, mas por quanto tempo você conseguiria encaixar tudo certo e quantos pontos você seria capaz de fazer. Já havíamos jogado no mini-game, mas vê-lo no dinavision e jogar na tv era mais top. Marcado por aquelas músicas que tocavam nele não saem da minha cabeça até hoje.


6 – JEWELRY

Da mesma família do tetris, porem com a função de combinar as imagens das peças. O grau de dificuldade era maior do que a do tetris, mas eu era bom naquilo. Jogo até hoje pra destrair. E como o seu irmão Tetris, fui marcado pelas músicas que tocavam nele e pela pontuação que fiz, desculpe, não lembro, mas eu tive que parar de jogar senão não pararia de pontuar e não iria para a escola, e não brincaria com os amigos. Posso dizer que passou dos 10 milhões fácil. Viciados em tetris e jewery, se manifestem.


7 – POWER RANGERS

Esse é clássico e tenho boas e más recordações desse jogo. Meu pai e meus tios iam jogar futebol, numa casa de games perto da casa do meu avô, no super mega video game da moda, o playstation 1. E eu e meus primos íamos atrás deles, por algumas vezes escondidos, para ver se poderíamos jogar também. Resultado: Eles não deixavam a gente jogar com eles, essa é a parte ruim. Então íamos para o nintendo jogar Power Rangers. A parte boa é que eu era fascinado, viciado no desenho daquela época, o Power Rangers Might Morphin, então quando íamos morfar no jogo eu quase chegava no orgasmo, mesmo sem sentir tesão naquela época kkkkkkk. Era muito daora. Cada vilão mais engraçado que o outro. Me marcou demais pela presença dos meus primos e eu jogando e uma tv e meu pai e meus tios jogando em outra tv. E meu avô ia buscar a gente de cinta, senão ninguém almoçava... Se já fez isso comenta aí.


8 – BOMBERMAN

Clássico também da época de ouro dos games, eu chamava de cagador de bombas, o bomberman me deixava apreensivo por vários motivos: O tempo, os balõezinhos que fugiam das bombas, a bomba que eu soltava na frente da porta mágica e apareciam mais balões de satan.. e se o tempo acabasse, os balões viravam tazos. Oh Jogo Doido! Mas graças àquelas palavras que apareciam quando acabava o jogo, eu ... eu ... Zerei aquela desgraça. Desculpa o palavriado, foi a emoção.


9 – CONTRA

Eu quase ia me esquecendo do Contra. Eu jogava bastante o contra com meus parentes, era tipo, pai do metal slug, avô do battlefield e bisavô do counter strike. Não tenho muito pra falar sobre ele. Simples ele era, formas de disparo que voavam, e tinha uma muito da hora que parecia uma chuva de bolinha de paintball. As fases eram fáceis de passar, mas aquelas fases de laser... manow, dava raiva. Mas era bom sim...


10 – PACMAN (COME COME)

Como falar da minha infância e não falar do famoso come come. Sem dúvidas foi um dos jogos, senão o mais marcante da época de ouro dos games. Tão notório que ganhou destaque no filme Pixel que o Adam Sandler é o ator principal. Esse jogo já prendeu muito ‘nego’ na frente da tv e fez outros sentirem pavor de labirintos e medo de fantasmas. Lembro do desespero das minhas tias quando a família se juntava para jogar em frente a tv, kkkkkkkkk era ilário: - “Corre Bete, o fantasma vai te pegar, ai meu Deus, aaaaaaaaaaaaaaaah ... Corre” kkkkkkkkkkkkkk eu rolava de rir. Sem dúvidas o mais marcante da minha vida pela simplicidade e o poder de atrair as pessoas pra jogar e não cansar.

Se você compartilha de algum desses sentimentos ou se alguns desse jogos tbm te marcaram na infância, comenta aí.

Aproveita e marca aquele amigo viciado que jogava esses jogos aí.

Obrigado.

06 fevereiro 2016

Os 10 melhores demônios dos games

Precisa de um vilão no seu jogo? Bem, você não pode ter um muito mais genérico do que um habitante do lugar mais infeliz na vida após a morte. No entanto, diabos, demônios e outras criaturas caídas possuíram os jogos, causando todos tipos de problemas pros nossos protagonistas desde os tempos primordiais. Sim, um monte desses caras são muitas vezes apenas estereótipos, com asas de morcego, Beelzebus, apenas sentados esperando você os destruir pra ganhar XP. No entanto, ocasionalmente jogos conseguem trabalhar direito este pentagrama e convocar o melhor – ou o pior – do Nono Círculo pra melhorar o enredo.

Esta lista não é pros lacaios, nem é pra lordes preguiçosos que apenas se sentam em seus tronos esperando você aparecer.
Esta lista é para os demônios que trabalham bastante pra tornar a sua vida um inferno e ser a melhor das bestas decadentes.
Esta lista é sobre demônios que não vem apenas das entranhas de outra dimensão, mas de um inferno mais escuro, ou um reino de pesadelo, eles são os únicos que causam pesadelos até nos outros demônios.

E você sabe que se alguém der a demônios arrepios, deve ser absolutamente aterrorizante. Não se engane, fiél leitor, estes são os 10 Melhores Demônios dos Games.

1. Firebrand


Firebrand não fala muito em qualquer um dos seus jogos. Isso é bom, porque ele já nos dá trabalho o suficiente. Firebrand se destaca de um punhado de demônios de jogos que estiveram a nosso favor num ponto e contra nós em outros. Ele começou a caçar cavaleiros em Ghosts’n Goblins, mas não demorou muito pra vermos o seu ponto de vista em Gargoyle’s Quest. Então, qual é o seu objetivo? Conquistar, sempre buscando a próxima grande batalha. Ele é uma espécie de versão demônio-alado de Ryu – Street Fighter. Isso pode parecer simples, mas os jogos de Firebrand muitas vezes não são nada simples. Seja tentando pega-lo com as próprias mãos ou tentando com todas as nossas forças evitá-lo, quando Firebrand está envolvido, as coisas vão ficar difíceis como o Inferno. Seus jogos podem ser famosos por sua dificuldade, mas Firebrand voando e cuspindo fúria incandescente em seus inimigos é certamente um ponto permanente da Capcom quando se tratava de elementos de plataformas nos anos 80 e início dos anos 90.

2. Catherine


O pai de Catherine é o Senhor do Submundo, por isso não é nenhuma surpresa que ela goste de fazer o que quer e odeia quando alguém lhe diz não. Vincent tem estado ocupado tentando sobreviver a sonhos terríveis que estão matando as pessoas, mas Catherine não se importa muito com isso. Ela não tem nenhum problema em criar mais problemas pra Vincent no desastre iminente que é resultado do triângulo amoroso entre Katherine, Vincent e Catherine. Ela age livre e sem obstáculos, e quando a possibilidade de Vincent terminar seu caso com ela se apresenta, ela mostra seu lado amargo e desagradável: Catherine é uma súcubo que muda de aparência com base em tudo o que uma pessoa – neste caso, Vincent – realmente deseja fisicamente. Quais seriam as chances dela não ser tão mimada?

3. Dante



O filho meio-demônio de Sparda esteve arrasando e atirando em tudo no seu caminho pelo Submundo e em nossos corações por um bom tempo. Embora ele nunca estivesse do lado do mal, o ego do lendário caçador de demônios às vezes o coloca como um adversário pra outras entidades mais puras, como Nero em Devil May Cry 4. Quer estivesse desafiando os exércitos demoníacos de Mundus, seu irmão rival Virgil ou abrindo os olhos do Nero pra verdade do mundo ao seu redor, Dante tem realizado todos os seus feitos com uma afabilidade diabólica que é difícil de igualar. Seu reboot em DmC pode ter deixado suas arestas mais ásperas, mas ele ainda tem propensão pra esmagar os maiores demônios e empunhar Rebellion, Ebony e Ivory, sem mencionar a invocação do sangue de Sparda, tornando Dante um diabo estiloso nos corações dos fãs por anos.

4. Darkness


Jackie Estacado tem o inferno de um chip em seu ombro. Ele também tem uma estranha cabeça demoníaca de cobra em seu ombro e outra sobre o outro ombro, e vários outros tentáculos saindo de várias partes de seu corpo. Sim, Darkness é tanto o melhor amigo de Jackie, quanto pior inimigo em suas vinganças furiosas contra as pessoas que erraram com ele. O lado positivo: isso faz com que ele seja praticamente invencível e seja uma arma abastecida pelo pesadelo de destruição em massa, trazendo um final infeliz pra maioria das pessoas em conflito com Jackie. O lado negativo: Darkness é também um demônio senciente que quer consumir Jackie e se deleita em atormentá-lo, fazendo Jackie assistir seus entes queridos comer balas sem que ele possa fazer nada a respeito. Ele se alimenta de raiva de Jackie e das pessoas que eles matam, então ele definitivamente gosta de mantê-lo nesse estado de espírito. O que um cara com um demônio parasita vivendo em seu corpo num mundo cheio de inimigos pode fazer?

5. Etna


Já encontrou uma pessoa que lhe disse mais do que você queria saber, mas bem menos do que você precisava saber? No mundo de Disgaea, essa seria Etna. Ela não faz mistério sobre o que quer. Nós somos introduzidos a Etna no meio da óbvia tentativa de assassinato do príncipe Laharl enquanto dormia, apenas pra ser pega no ato. Sua desculpa? Ela só estava tentando acordá-lo pra que pudesse dizer que ele era o novo Overlord e ela era sua nova vassala. Quase tudo que Etna faz é comicamente e assumidamente egoísta, mas ela com certeza sabe o que acontece se ela perder o seu ganha pão. Ela sai pra batalha e volta com algumas cabeças, geralmente com a finalidade de virar o jogo a seu favor e proteger seus interesses. Afinal de contas, se você matar todo mundo que fica em seu caminho, quem vai lhe oferecer sacrifícios e adorá-lo? A moral demoníaca de Etna é um pouco mais astuta em comparação com alguns dos outros nesta lista.

6. Quan Chi


Ed Boon e seus amigos da NetherRealm Studios sabem como criar um cara mau que vai nos fazer de tolos. Neste caso: Quan Chi. O feiticeiro infernal tem sido um adversário por excelência pra todas as forças do bem. Você quer saber por que o vingativo Scorpion foi morto e teve seu clã dizimado? Porque Quan Chi fez um acordo com o Sub-Zero e seu clã, o Lin Kuei. Não é ruim o suficiente pra você? Que tal quando a Deadly Alliance foi criada da união das equipes de Quan Chi e Shang Tsung pra assassinar o protagonista de longa data, Liu Kang, antes mesmo de você começar a jogar. Alguns vilões governaram do trono e deixaram seus asseclas fazerem o trabalho sujo. Quan Chi não é “um cara mal”. Ele é um covarde desonesto e ele mata todos os nossos Kombatentes favoritos sempre que tiver oportunidade. Vamos apenas esperar não perdermos mais um rosto amado antes da tela de seleção de personagem em Mortal Kombat X.

7. Dormin


Dormin é uma besta, cuja influência vai ter um efeito profundo sobre você no momento em que Shadow of the Colossus acaba. Inicialmente, ele parece disposto a ajudar Wander em sua busca pra salvar Mono. Dormin dá a Wander todas as direções que ele precisa pra encontrar os colossos e matá-los com a promessa de que isso trará Mono de volta à vida. Infelizmente, o que ele deixa de mencionar é que cada um dos dezesseis colossos contém um fragmento de existência selado de Dormin. Ele também não menciona que Wander será o portador desses fragmentos até a hora em que todos os colossos forem derrotados e os fragmentos serem inteiramente reunidos. Pode ser simplesmente azar em algum grau de Wander, mas ainda assim somos forçados a testemunhar de coração partido como as segundas intenções de Dormi desorientaram o amor e devoção de Wander e o guiam até a sua morte. Às vezes, o mal não se satisfaz em derrubar a humanidade. Às vezes, o mal usa a própria humanidade como arma.

8. Baal


Certo, certo. O jogo é chamado de Diablo e Diablo é o chefe final do primeiro e terceiro jogos, mas vamos ser sinceros: Diablo gasta muito tempo mandando lacaios fazerem o seu trabalho e fica sentado a espera dos heróis. Ninguém aqui está dizendo que Diablo é bom ou ruim, mas ele é o tipo de gato gordo do mal sentado em sua mesa no Inferno com exército de secretários demoníacos pra manter os jogadores longe dele. Por outro lado, Baal é um capeta que põe a mão na massa. Baal faz mais do que enfrentar heróis como o chefe final do verdadeiro último ato de Diablo II. Numa reviravolta de eventos, o nosso narrador, Marius, não compartilhou tudo com Tyrael. Ele tem falado com Baal! Demônios podem apenas parecer com anjos? Por que eles não fazem isso o tempo todo? Baal manipula e consegue o que quer de Marius e depois incendeia o lugar usando sua verdadeira identidade do mal. Esse é um tipo de atitude que o coloca nesta lista.

9. Mehrunes Dagon


Os Daedric Princes de The Elder Scrolls são todos intimidantes, cada um a sua maneira. Nenhum deles é do tipo pra brincadeiras, o jogador deve se sentir sortudo se sair de uma interação com um deles com sua vida intacta – ou no caso de Sheagorath, com a sanidade. Eles geralmente interagem entre si e apenas mexem com os seres humanos por curiosidade ou pra serem cultuados. Exceto Mehrunes Dagon. Ele está plenamente convencido de que Tamriel é parte do mundo dos Daedric, então ele deve possuí-lo. Isso é péssimo pra Tamriel, porque ele também é o Príncipe da Destruição, então ele não tem escrúpulos em se envolver em todos os tipos de assassinatos, subterfúgios e ataques definitivos sobre o nosso mundo. Ele tem facções em toda Tamriel dedicadas a ele, mas ele próprio pisou no campo em The Elder Scrolls IV: Oblivion, afinal, por que uma divindade da destruição deixaria seus asseclas com toda a diversão?

10. Sargeras


O cenário de Warcraft é rico, com uma tonelada de poderosos jogadores que fazem as coisas acontecerem. Alguns dos personagens mais interessantes são demônios, mas nenhum deles acendem uma vela pra Sargeras. O fato é o seguinte: se não houvesse Sargeras no universo de Warcraft, nenhuma das coisas que você conhece e ama existiriam. Os orcs nunca teriam encontrado os seres humanos e as guerras não teriam acontecido e todos ficariam felizes em suas dimensões. Sargeras fez o contato inicial com o bruxo orc Gul’dan e abriu o Dark Portal, permitindo que os orcs viajassem pra Azeroth. Sargeras também foi o mentor inicial e líder por trás da Burning Legion. Há tantas coisas atrozes e surpreendentes que acontecem na linha do tempo de Warcraft, mas quase todos os grandes eventos nos levam de volta a Sargeras, de uma forma ou de outra. Sua importância não pode ser subestimada. Ele literalmente põe a “guerra” em “Warcraft”.

12 fevereiro 2015

TOP 10 JOGOS MAIS ESPERADOS DE 2015

30 janeiro 2014

Top 10: Jogos mais esperados de 2014 - Vídeo


Selecionei pra vocês um vídeo com os games mais aguardados desse ano.
Talvez vocês podem optar por jogar algum desses.

Divirtam-se.



  By: TaNaLaMaNB